(travel diary) DAY 2: under the Maltese sun in Marsaxlokk

In Europe, Fotografia, Life, Malta, Music, Photography, Travel, Viajar on November 25, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , , , , ,

“…sun is shinning, the weather is sweet…” under the Maltese sun – and giving life to Bob Marley’s lyrics – we reach Sliema’s Bay, the starting point for our adventure: with our sunglasses on, we get in the car, windows down, the good vibe is playing on the radio… and we’re ready to go! Today we want to explore the south-east side of the island, the map is ready and the road is traced… one fact is that the road signs are not too… (how can I say…) obvious as we hoped, as the map is in English… But the signs are in Maltese! We were, literally, lost in translation! “was it to turn here?… or here?! Where are we?!”…after some wrong turns, we feel like the good reggae vibe has abandoned us… and the road has taken all the control! OH NO, NOT AGAIN!

After another (stressful) driving session, we – finally – see the sign: Marsaxlokk is getting closer! Uff

This picturesque fishing village is like heaven for us: the calm is an imperative, a village lost in time (can you believe that there are no modern buildings or hotels around?) ornamented with brightly colored luzzu’s moored along the translucent green waters of the harbor, every one of them crowned by ‘the eye of Osiris’ to ward of the evil…


The views are so appealing, that we opt to sit in one of the many restaurants and cafes along the waterfront to enjoy a drink and admire the sea till it disappears in the horizon…
As we walk around the bay, we observe fishermen spending their morning painting and reviving the original colours spent by the hot sun and the salty waters, pampering their luzzu like a precious treasure and fixing some nets to be used soon.

...the calm is an imperative

Sun, sea… we feel like needing a dive! Wandering around the area (always with an eye on the map!) we find ourselves driving through sandy roads and narrow paths, contouring cliffs and discovering hidden places… till we get to an empty land with some cars parked… is it here? Is this St. Peter’s Pool? Well, no one knows us so… it doesn’t bother too much if they’ll catch us taking a peek! But, as we left the car behind and felt the see breeze, we  knew that it was here: a stunning rocky inlet, a natural swimming pool carved into the white rock, is… breathtaking. The “pool”itself is a perfect postcard moment!


Legend tell us that St. Peter baptized some locals here when he visited the area… truth or legend… what we saw was this hidden gem with the clearest waters and a beautiful surrounding, with no more than a few locals on it… (important tip: if you’re in the mood to snorkelling… this is the place!) Although the access is not too easy (everyone jumps into the water… YESSS!), is not impossible to get in: we (aka – me and my dear fear!) make it to reach the water without jumping… not too easy, I must say, but totally worth it!


“…sun is shinning, the weather is sweet…” sob o sol Maltês – e dando vida à letra de Bob Marley – chegamos à Baía de Sliema, o ponto de partida para nossa aventura: óculos de sol postos, entrar no carro, janelas para baixo, a boa vibe está tocando na rádio… e estamos prontos para ir! Hoje queremos explorar o lado sudeste da ilha, o mapa está pronto e a estrada traçada… um facto é que os sinais de trânsito não são muito… (como posso dizer…) óbvios em relação ao que esperávamos, já que o mapa é em inglês… e os sinais são em maltês! Nós, literalmente, estávamos perdidos na tradução! “seria para virar aqui?… ou aqui?! Onde estamos?!”.. depois de algumas voltas erradas, sentimo-nos como se o bom vibe do reggae nos tivesse abandonado… e a estrada tomou todo o controlo! OH NÃO, NÃO NOVAMENTE!

Após outra sessão (estressante) de condução, vemos – finalmente – o sinal: Marsaxlokk já se aproxima! Uff…

Esta pitoresca aldeia piscatória é um paraíso para nós: a calma é um imperativo, uma aldeia perdida no tempo (conseguem imaginar que não existem edifícios modernos ou hotéis próximo?) ornamentada com luzzu coloridos atracados ao longo das águas verdes translúcidas do porto, cada um deles coroado pelo ‘o olho de Osíris’… As vistas são tão atraentes, que optamos por sentar-nos num dos muitos restaurantes e cafés ao longo da margem para desfrutar de uma bebida e admirar o mar até que este se desvanece no horizonte…
Enquanto caminhamos ao redor da baía, observamos os meticulosos pescadores,  reavivando as cores dos seus luzzu’s já gastas pelo quente sol e a água salgada, mimando seus barcos como um tesouro precioso, arranjando algumas redes para serem usadas em breve.

Sol, mar… O corpo pede um mergulho! Vagando ao redor da área (sempre com um olho no mapa!) encontramo-nos conduzindo por caminhos de terra e estradas estreitas, contornando falésias e descobrindo lugares recônditos… até chegarmos a um terreno vazio, com alguns carros estacionados… é aqui? Trata-se de piscina de Saint Peter? Bem, ninguém nos conhece, então… não nos incomoda muito se formos apanhados a dar uma “espreitadela”! Mas, assim que saímos do carro e sentimos a brisa, soubemos que era aqui: uma impressionante enseada rochosa, uma piscina natural esculpida na rocha branca, simplesmente… deslumbrante. A “piscina” em si é um momento perfeito para imortalizar num postal!

A lenda diz-nos que São Pedro batizou alguns moradores aqui, quando visitou a área… verdade ou lenda… o que vimos foi esta jóia escondida com as águas mais claras, com não mais do que alguns moradores nele… (dica importante: se quiserem fazer snorkelling… este é o lugar!) Embora o acesso não seja muito fácil (todo a gente tem de saltar para a água… YESSS!), não é impossível chegar: (eu e o meu estimado medo!) consegue-se chegar a água sem saltar… não é muito fácil, mas vale, totalmente, a pena!


(travel diary) DAY 1: Malta… welcome to the left side!

In Andalucia, Europe, Fotografia, Malta, Photography, Sevilla, Seville, Travel, Viajar on October 25, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , , , , , , , ,

Flying over the Mediterranean Sea could be the perfect beginning of our story… well… it could be… but, what are the most annoying behaviours to have in an airplane? What can REALLY ruin a flight?
…a bad sit? Not that much…
    …a baby crying? Well, it’s just a baby, it’s more than understandable…
        …turbulence? anxiety raises… but, what can be really terrible is a bad and noisy neighbour, trust me!

Imagine this middle aged woman, imbued by the flamenco’s flavour (we were boarding in Seville), excited by the time spent under the hot andalusian sun and yelling at her elderly father, asking him to “GET LOSTTTT!!”… and, in these moments, when you figure out something like this, you immediately remember Murphy’s Law… and… it never fails! …with so many empty sits… why us? WHY US? oh, please… can anyone open the door so the lady could refresh the ideas? Oh, we’re already flying?! Perfect: so, please, can you REALLY open the door and put the lady outside?!

…then, suddenly… a calm arrived: we were approaching Malta! As we were descending, we could appreciate how ocher spots, only glimpsed from the plane, were gaining shapes and contours…

…suddenly… we could observe “the white rock” in all its splendor, in a spectacular contrast with the turquoise of the Mediterranean waters, flying over palazzos and their magnificent gardens, guessing silhouettes of monuments and churches, small towns and villages, small fishing ports and monumental ravines and, finally, landed, as the doors open, a (literally!) warm reception.

…how a small island can be so big…

From now on… the rest we would say it would be easy… or not! Renting a car to discover an island with autonomy seems always a wise option… the problem is to be able “to deal” with the traffic lane direction: welcome to the left side, baby! Driving on the left side, theoretically, wouldn’t have no trouble… but, how do these brains (in vacation mode: ON) would lose the automatic skills acquired years ago?! Easy: you just… can not! The moment we low our guard and concentration decreases… yep, here we go through the wrong way!

(now, far from the situation, we find this hilarious… but, at the time, it was such a nightmare!)

Among unfamiliar roads and roundabouts (shamefully) circumvented, we reached the spectacular Valetta… but, wait… Weren’t we going to Sliema?

Ups… I guess I’m a terrible GPS! Reversing and now, more relaxed, heading in direction to Sliema!


Sobrevoar o Mar Mediterrâneo podia ser o início perfeito da nossa história… pois, podia ser…
mas, quais são os comportamentos mais irritantes de se podem ter a bordo de um avião? O que pode chegar mesmo a arruinar um voo?

…um mau lugar? Nem tanto…

    …um bebé a chorar? Bem, é apenas um bebé, é perfeitamente compreensível…

        …turbulências…? sim, a ansiedade aumenta… mas, o que pode ser realmente terrível num voo é um mau vizinho, sim, acreditem!

Imaginem uma senhora de meia idade, imbuída pela alma flamenca (estávamos embarcando em Sevilha), animada pelo tempo gasto sob o quente sol andaluz e gritando com seu pai idoso, pedindo-lhe para “FICARRR LONGEEE”… e, claro, quando nos apercebemos de uma situação destas, lembramo-nos logo da Lei de Murphy… e nunca falha! … com tanto lugar livre…  porquê a nós? Oh, por favor… alguém pode abrir a porta para que a senhora refresque as ideias? Oh, já estamos no ar?! Então, perfeito! Alguém pode MESMO abrir a porta à senhora?!

…de súbito… chegou a calma: aproximamo-nos a Malta! Conforme descendemos, apreciamos como as manchas ocres apenas vislumbradas desde o avião, ganham formas e contornos.

…de súbito… observamos “a rocha” branca em todo o seu esplendor, num contraste espectacular com as águas turquesa do mediterrâneo, sobrevoando palazzos e seus ostentosos jardins, adivinhando silhuetas de monumentos e igrejas, pequenas cidades e vilas que ganham nome, pequenos portos de pescadores, monumentais ravinas e, finalmente em terra, ao abrir as portas, um caloroso (literalmente!) recebimento.

…como o pequeno pode ser tão grande…

Chegados aqui… o resto seria, digamos que, fácil… ou talvez não! Alugar um carro para descobrir uma ilha com maior autonomia parece sempre uma opção acertada… o problema é acertar, igualmente, com a faixa em que devemos conduzir: welcome to the left side, baby! Conduzir pelo lado esquerdo, teoricamente, não apresenta dificuldade… mas como fazer estes cérebros (em modo de férias: ON) perder o automatismo adquirido há anos?! Fácil: simplesmente não dá! No momento em que baixamos a guarda e a concentração diminui… lá vamos nós de volta para o lado errado! (agora, longe da situação, achamos hilariante… mas, no momento, foi um verdadeiro pesadelo!)

Entre estradas desconhecidas e rotundas (vergonhosamente) contornadas, chegamos à espectacular La Valleta… Espera… Não íamos para Sliema? Ups… Acho que sou um terrível GPS. Inversão de marcha e, agora sim, já mais descontraídos, direcção Sliema!


(between travel!) When the travel REALLY begins?

In Europe, Fotografia, Italy, Itália, Life, Malta, Photography, Travel, Viajar on September 29, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , , , , , , , ,

…even being difficult to admit… The truth is that we’ve always envy (in a healthy way, please) of those people who are always traveling… Oh, such an idyllic life!… There are so many things to see… So many places to go… So much to discover… That we would do it everyday!

…but, actually, we DO travel every and each day! YES, we do!… And I love so much how it sounds that I will say it again: we travel every day!

We travel, not only in the strict sense of the word – intended to be understood as the simple act of moving from one place to another – but, in a wider perspective: the complete journey, the inspiration taken from a movie, a book, a conversation… We, constantly, move in time and space, creating images and dreaming about a new trip, the next adventure… And that is also traveling (although, without moving!).

Now, although we’re still in our blogging headquarters (AKA home sweet home!) we feel like the travel had already begun: reading about places and curiosities, searching photographs and documentaries, consulting maps and itineraries, booking flights and hotels, packing (mentally) our small bags… And, starting, the sweetest countdown to the airport…. Destination: the Mediterranean isles of Malta and Sicilia!

...welcome to the Mediterraneo


…apesar de ser difícil de admitir, a verdade é que sempre temos inveja (de forma saudável, por favor) daquelas pessoas que estão sempre a viajar… Ah, que vida idílica!… Há tantas coisas para ver… Tantos lugares para ir… Tanta coisa por descobrir… Que, se pudéssemos, o faríamos todos os dias!

… mas, a verdade, é que, mesmo assim, viajamos em todo e cada dia! Sim, é mesmo!… E gosto tanto como soa que vou tomar a liberdade de dizê-lo novamente: viajamos TODOS os dias!

Viajamos, não apenas no sentido estrito da palavra – que entende-se como o simples acto de deslocação de um lugar para outro – mas, numa perspectiva muito mais ampla: toda a trajectória, desde que surge a inspiração através de um filme, um livro, uma conversa… Viajamos constantemente, no tempo e no espaço, criando imagens, sonhando com novos locais, próximas aventuras… E, isso, é também viajar.

Agora, embora ainda estejamos no nosso escritório principal (i.e. “lar doce lar!”), não conseguimos evitar o sentimento de já ter iniciado a viagem: o facto de ler sobre lugares e curiosidades, pesquisar fotografias e documentários, consultar mapas e itinerários, reserva voos e hotéis, fazer (mentalmente) as nossas pequenas malas de viajem… E, começar, uma entusiasta contagem decrescente para o aeroporto… Destino: as mediterrâneas ilhas de Malta e Sicília!


(travel diary) New York… by night!

In EUA, Fotografia, Life, Music, New York, NY, NYC, Photography, Travel, Viajar on September 2, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , ,

…the city that never sleeps…

                                                    …the city of blinding lights…

                                                                                                           …or, simply, NEW YORK!


(travel diary) DAY 6: Chinatown

In Asia, Chinatown, EUA, Italy, Itália, Life, New York, NY, NYC, Photography, Travel, Viajar on August 20, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , , , , , ,

When we take a closer look to New York‘s city map, we can observe how different cultures and ethnies are spread in it, like a living melting pot: from ‘latinos’ to Indus, from Koreans to Africans, every neighborhood has a different sound, dresses a different color and… offers a different taste! A sensorial travel that only here – and without bags and ‘check-ins’ – we could experience!

For this reason, we save our day to explore the unique Manhattan’s Chinatown and, its cosy neighbor, Little Italy.

Entering Kim Lau Square is like stepping into another country… We mean: in another continent! When crossing its memorial arch – in honor to those who paid with their lives the fight for freedom and democracy – it feels like leaving NYC behind: different spaces and rhythms, different faces… And, suddenly, the english language is put aside, leading the main role the mandarin chinese in street signs, in announcements, in bright advertising, in street shops and stalls… Even McDonalds had an “Asian look”.

Walking down Mott Str. is mandatory: the street vendors selling exotic fruits, unknown vegetables (at least for us!), the veg groceries and fishmongers, restaurants offering unreadable menus – we still couldn’t identify what we’ve eaten (but it was… yummy… delicious!) – the temples and religious centers, the shiny jewelry windowshops, the people…wow!

Without almost noticing, we get to the historic Little Italy, absorbed by the surrounding Chinatown, but keeping its identity up high in street names and its famous italian restaurants… humm… isn’t dinner time yet?


Quando observamos atentamente o mapa da cidade de Nova York, podemos ver como as diferentes culturas e etnias estão espalhados nele: de ‘latinos’ a indianos, de coreanos a africanos, cada bairro tem um som diferente, ostenta uma diferente cor e… oferece diferente sabor! Uma viagem sensorial que só aqui – e sem fazer malas e ‘check-ins’ – poderíamos experimentar!

Por esta razão, guardamos o nosso dia para explorar a peculiar Chinatown de Manhattan e, a sua acolhedora vizinha, Little Italy.

Entrar na Praça Kim Lau é como entrar noutro país… Quer dizer: noutro continente! Ao cruzar o seu arco memorial – em homenagem aos que pagaram com suas vidas a luta pela liberdade e democracia – sente-se como deixando Nova York para trás: diferentes espaços, diferentes ritmos, rostos diferentes… e, de repente, o idioma Inglês é posto de lado, assumindo o papel principal o mandarim nas placas da rua, nos anúncios das paredes, nas brilhantes publicidades, nas lojas e bancas de rua… até mesmo  o McDonalds tinha uma “aparência asiática”.

Andar pela Mott Str. é um exercício obrigatório: os vendedores ambulantes, vendendo frutas exóticas e vegetais desconhecidos (pelo menos para nós!), as mercearias vegetarianas e as vistosas peixarias, restaurantes que oferecem menus ilegíveis – ainda não conseguimos decifrar o que comemos (mas foi… humm… delicioso!…) – os templos e centros religiosos, as brilhantes montras das joalharias, as pessoas… uau! 

Sem quase perceber, chegamos à histórica Little Italy, absorvida pela Chinatown circundante, mas mantendo a sua identidade bem alta ostentando-a nos nomes das ruas e nos famosos restaurantes italianos… humm… falta muito para a hora do jantar?


(travel diary) DAY 5: Strawberry Fields… FOREVER

In EUA, Fotografia, Life, New York, NY, NYC, Photography, Portugal, Travel, Viajar on July 27, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , ,

…something that you can’t leave behind in a visit to the ‘Big Apple‘ is, precisely, its green spot: Central Park with its four miles long and nearly one in width! …and, there are so many ways to start the visit: the touristic way – managing through the 5th Avenue or Columbus Circle – the cultural way – with the amazing Guggenheim and the Metropolitan as landmarks – and there’s, also, the emotional way – stepping into the Dakota Building and facing Strawberry Fields

For today we had prepared a “new” soundtrack – for moments, the “New Yorker sounds” were forgotten, leaving us in a live tribute to The Beatles, so…

«…let me take you down, cause Im going to… Strawberry fields…»

Even from far, we can immediately notice the location of the image that goes through our mind for months (months? I mean for… ever!): IMAGINE immortalized in a green embrace filled in portuguese cobblestone… yes, we know, we know it was an offer from the city of Naples… but that seems so portuguese!*…

*important note: …its not an easy task to take a picture… so be ppaattiieenntt… not like someone I know (cof, cof) that was so close to a nervous breakdown!

Following the maze that Central Park can be, we find an oasis of calm – that sometimes make us forget that we’re still in the hustle and bustle city – plenty of friendly confines and magical places…

…reviving memories from a countless number of movies (…we bet anything – well… better not that much! – that Central Park is one of the most filmed places on earth!)… who will forget When Harry Met Sally? Everyone Says I Love You…or any other Woody Allen movie…? “Home Alone?!?

As we settled down, we found ourselves delighted with the frame of people around us… street artists coloring the landscape, children playing and laughing, unstoppable runners, lovely couples… All of us, together, surrounded by bubbling fountains and sunbathed trees, a reservoir and a boating lake… and a castle!…

…and the best place to observe is on the top of the Umpire Rock – a huge bedrock that is claiming to be climbed – as the cherry in the top of the cake.

«…Strawberry fields…FOREVER!»


…algo inevitável numa visita à ‘Big Apple’ é, precisamente, o seu ponto verde: Central Park com as suas quatro milhas de comprimento e perto de uma de largura! …e há tantas abordagens para o fazer: o modo turístico – cruzando a 5th Avenue ou o Columbus Circle – o modo cultural – com os impressionantes Guggenheim e Metropolitan como metas – e, existe ainda, o modo emocional – passando pelo Dakota Building e enfrentando Strawberry Fields

Hoje, preparámos uma “nova” banda sonora – por momentos, abandonamos os sons nova-iorquinos, deixando-nos prestar um tributo aos The Beatles, portanto…

«…let me take you down, cause Im going to… Strawberry fields…»

Ainda de longe, conseguimos identificar a localização da imagem que nos atravessa a mente há meses (meses? Quer dizer… desde sempre!): IMAGINE imortalizado numa envolvente verde, preenchido em calçada portuguesa… sim, nós sabemos, nós sabemos que foi uma oferta da cidade de Nápoles…mas parece tão português!*…

*nota importante: …não vai ser tarefa fácil conseguir uma fotografia… por isso tenham paciência… não como alguém que não vou pronunciar (cof, cof) que esteve perto de uma crise de nervos!

Percorrendo o labirinto que pode ser Central Park, encontramos um oásis de calma – que, por vezes, faz-nos esquecer a agitação da cidade – repleto de recantos amigáveis e lugares mágicos…

…avivando memórias de um número sem fim de filmes (apostamos qualquer coisa – bem…melhor não apostar assim tanto! – que o Central Park é um dos locais mais filmados na face da Terra!)… quem não recorda “When Harry Met Sally”? “Everyone Says I Love You”…ou qualquer outro filme do Woody Allen…? ou “Sozinho em Casa”?!?

Quando paramos, encontramo-nos deliciados com a moldura de pessoas à nossa volta… artistas de rua colorindo a paisagem, crianças rindo e brincando, atletas imparáveis, casais apaixonados… todos nós, juntos, rodeados pelos salpicos das fontes e árvores banhadas pelo sol, o depósito de água e o lago… e um castelo!…

…e, o melhor local para ficar e observer tudo isto, é no topo do Umpire Rock – uma enorme pedra milenar que pede que a escalemos – como a cereja no topo do bolo.

«…Strawberry fields…FOREVER!»


(travel diary) DAY 4: the Empire State of…

In EUA, Life, New York, NY, NYC, Travel, Viajar on July 17, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , ,

Walking down the 5th Avenue turned out to be our daily exercise: it doesn’t matter where we start but, one thing we keep for sure, it ends in the 5th Avenue!

This day couldn’t be different – the Empire State Building was waiting for our visit… and we were DREAMING about it…

…opposite to what we thought, as we get closer to this mythical skyscraper, we lose the sense of its shape and magnificence but, nothing like getting inside, to understand where we’re going to be; as the sliding door opens, our attention is stolen by the oppulence of the art deco reception lobby and its multiplied details: marble walls, golden accessories and… a crowded house (or do you thought that no one else would like to see this)!

Once inside (and already waiting in the line) the story beneath the – once again – tallest building in New York starts to be told.

Passing the security control, an “improvised” photo booth and a countless number of souvenir stalls – oh, yes! – we (finally) get to the elevator and, just like King Kong (OMG!), we start our “climbing” to the top: first, the counter registers every level, one by one, then, it starts to show every 10 levels and… then… we just loose count and start feeling our ears accusing the changing pressure… a loud “ding!” tells us that we’ve arrived to the 86th floor!

Speechless, we, literally, run to admire the views, identifying the city that evolves and embraces us in a constant movement… and, let me tell you, everything seems so different… when you’re sitting in the top of the world!


Percorrer a 5th Avenue tornou-se no nosso exercício diário: não importa onde começamos, mas, uma coisa sabemos com certeza, terminamos sempre na 5th Avenue!

Neste dia não poderia ser diferente, o Empire State Building esperava pela nossa visita… e nós já sonhávamos com ele há muito tempo… 

…e, ao contrário do que pensámos, com o  aproximar deste mítico arranha-céus, perdemos o sentido da sua forma e magnitude, mas, nada como entrar, para compreender onde nós estamos.
À medida que as portas abrem, revelam gradualmente o lobby, sendo a nossa atenção roubada pela opulência da recepção art deco e os seus múltiplos detalhes: paredes esculpidas em mármore, acessórios em ouro e… uma sala completamente lotada (ou achavam que seriamos os únicos em querer ver isto?!)! 

Uma vez dentro (e já esperando na fila) a história sob o edifício (novamente) mais alto de Nova York começa a ser contada.

Passando o controle de segurança, uma “improvisada” sessão fotográfica e um número incontável de stands de souvenirs – ah, pois! – nós (finalmente) chegámos ao elevador e, como o King Kong (!!!) começamos a nossa “escalada” para o topo: em primeiro lugar, o mostrador regista todos os níveis, um a um, depois, começa a mostrar a cada 10 andares e… então… simplesmente, perdemos a conta da altura a que estamos e começamos apenas a sentir os ouvidos acusar a notória mudança de pressão… nesse momento, um sonoro “ding!” avisa-nos que já chegamos ao andar 86!

Sem palavras, nós, literalmente, corremos para admirar as vistas, identificando a cidade que nos rodeia e abraça num movimento constante… e, deixem-nos dizer, tudo parece tão diferente… quando estamos sentados no topo do mundo!