Statuses

(travel diary) DAY 3: …from Brooklyn (with love)

In EUA, Fotografia, Life, New York, NY, NYC, Photography, Travel, Viajar on July 8, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , ,

 

 

 

 

 

Statuses

(travel diary) DAY 3: …the B(rooklyn) SIDE!

In EUA, Fotografia, Life, New York, NY, NYC, Photography, Travel, Viajar on July 1, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , , ,

(…when you love something so much…isn’t it hard to find the exact words to express the feeling?… Well, this is happening to us about New York!… Is like needing a brand new dictionary – full of superlative adjectives – to describe every step!…)

With no doubt, the Brooklyn Bridge is one of the first things that comes to mind when thinking about New York; this particular bridge, one of the oldest of its tipe in the U.S., it’s not simply a vehicule to unite Brooklyn to Manhattan, is a symbol, a landmark, an icon of the entire city…

And, it is true, this bridge has something special: its architecture, its vivacity, its spectacular views over the East River and downtown Manhattan’s skyline turns every step taken towards the other shore in a trully pleasant experience… having said that… are you staying or are you joining us for a ride?!

Once in the B side, we made our way to Brooklyn Heigths, wandering through the streets where literary legends lived: Henry Miller (in Remsen Street), Thomas Wolfe (at Montague Terrace) or Truman Capote (in Willow Street)…with views like that…who wouldn’t be inspired to write?!

…and there’s no better time than spring to enjoy Brooklyn Heights – its promenade along the river, offers the best views over Manhattan and, as the sun went down, what it seemed to be the perfect landscape, turned into perfect MAGIC: one by one, the lights assumed the leading role, connecting, dot by dot, the chain that links Brooklyn to the island…that was THEATRICAL!

__________________________________

(…quando algo se ama tanto…não se torna difícil encontrar as palavras certas para expressar o sentimento no seu todo?… Bem, esta sensação é o que nos está a ocorrer com Nova Iorque!… É como se necessitássemos de um novo dicionário – repleto de adjectivos superlativos – para descrever cada passo!…)

Sem qualquer dúvida, a Ponte de Brooklyn é uma das primeiras coisas que nos invadem a mente quando pensamos em Nova Iorque; esta peculiar ponte, uma das mais antigas d seu género nos EUA, não é somente um veiculo que une Brooklyn a Manhattan, é um símbolo, uma marca, um ícone de toda a cidade… E, é verdade, esta ponte tem algo de especial: a sua arquitectura, a sua ímpar vivacidade, as suas vistas espectaculares sob o East River e o skyline do Downtown de Manhattan torna cada passo em direcção à outra margem numa prazenteira experiência… e, tendo isto dito, vão querer ficar ou vão vir connosco para um passeio?!

Uma vez no ‘lado B’, caminhamos até Brooklyn Heights, vagueando pelas ruas onde viviam lendas literárias: Henry Miller (na Remsen Street), Thomas Wolfe (em Montague Terrace) ou Truman Capote (na Willow Street) …mas, com vistas como estas… quem não se sente inspirado para escrever?!

Não há melhor época que a Primavera para desfrutar de Brooklyn Heights – o seu passeio ao longo do rio oferece as melhores vistas sobre Manhattan e, ao pôr do sol, o que parecia o perfeito horizonte, tornou-se em perfeita MAGIA: uma a uma, as luzes assumiram o papel principal, unindo, ponto por ponto, a cadeia que liga Brooklyn à ilha de Manhattan… e isso foi TEATRAL!

Statuses

(travel diary) DAY 2: …DOWNTOWN in images

In EUA, Fotografia, Life, New York, NY, NYC, Photography, Travel, Viajar on May 28, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , , ,

Statuses

(travel diary) DAY 2: …you can always go DOWNTOWN

In EUA, Europe, Fotografia, Life, New York, NY, NYC, Photography, Travel, Viajar on May 15, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , , , , , ,

After a good night of sleep – cof, cof! Yes, right– we can barely wait to get on the street! So, let’s go: grab a map, study the best route and get ready to our NY subway baptism – today, our target, is Downtown.

 On our way there it was impossible to avoid feeling like starring a musical: we couldn’t stop remembering (and, actually, sing) songs about Downtown; we did our best interpretating our particular version of Petula Clark’s When you’re alone and life is making you lonely, you can always go: downtown

…did you notice the amount of songs mentioning Downtown?! Well, we do! We were like a walking Karaoke!…

 After our cover of Billy Joel’s “Uptown Girl”, we get to the place: the ground zero, the heart of financial district and, in some way, New York’s heart, the 9/11 Memorial… we’ll never forget the day that the world – as we used to know – changed… As we got there for the first visit, the sun was still shy trying to appear among the skyscrapers and, standing there, surrounded by life and see how this place raises again paying tribute to the anonymous heroes – the emotion takes us in a silent reflection about our vulnerability and how, from the worst nightmare, the human being can stay united and be so resilient – wordless…

Despite the buzz that the entire city transmits, in the adjacent area to the former World Trade Center still feels a sense of respect and homage… remembering what once happen.

Surrounded by enormous skyscrapers, discreetly, Trinity Church, a gothic jewel, appears and, in that moment, we are transported back to our old continent, engaged to its melodious bells and the surrounding calm transmitted by its graveyard… entering in Wall Street the architecture change: the Gilded Age influence of the tallest buildings in small streets, makes (almost!) impossible to admire the sunlight but offering spectacular views from the ground… like inside a “concrete jungle”!

With such a good weather, what about a little cruise?… Joining New Yorkers and tourists with its cameras, we used the crowded (crowded? far beyond crowded!) Staten Island Ferry to admire Lower Manhattan skyline and “lady Liberty” …the views? What can we say?! Perfect (perfect? far beyond perfect)!

_____________________________________________

Após uma boa noite de sono – cof, cof! Sim, pois… – mal podemos esperar para sairmos à descoberta! Então, vamos:  vemos um mapa, estudamos a melhor rota e preparamo-nos para o nosso “baptismo” de metro em NY – hoje, nosso destino, é Downtown.
No caminho até lá era impossível evitar o sentimento de estar a protagonizar um musical: não conseguíamos tirar das nossas mentes (e de, realmente, cantar) músicas sobre Downtown; posso garantir que demos o nosso melhor interpretando a nossa versão particular de “When you’re alone and life is making you lonely, you can always go: downtown” de Petula Clark.

…já repararam na imensa quantidade de músicas sobre Downtown?!… éramos como um Karaoke andante pelas ruas de NY! …
Após a nossa versão final de “Uptown Girl” de Billy Joel, chegamos ao lugar: o ponto zero, o coração do distrito financeiro e, de alguma forma, o coração de Nova York, o 9/11 Memorial  (nunca iremos esquecer o dia que o mundo – tal como o conhecíamos – mudou)…
Como chegamos lá a postos para a primeira visita, o sol, ainda tímido, tentava aparecer entre os arranha-céus e, estar lá, rodeados de vida, observando como este lugar levanta novamente num tributo aos seus heróis anónimos, somos levados pela emoção, numa reflexão silenciosa sobre a nossa vulnerabilidade e como, perante o pior pesadelo, o ser humano consegue resistir e unir-se – sem palavras…
Apesar da energia que toda a cidade transmite, na área adjacente ao antigo World Trade Center ainda é sentido um respeito e constante homenagem lembrando o que uma vez aconteceu.
Cercada por enormes arranha-céus, discretamente surge, Trinity Church, uma jóia gótica, transportando-nos de volta para o nosso velho continente, envolvidos no dobrar de seus sinos melodiosos e da calma circundante transmitidos pelo seu cemitério……entrando em Wall Street, a mudança de arquitectura é evidente: a influência da Era Dourada nos edifícios mais altos aconchegados em ruas estreitas, torna (quase!) impossível admirar a luz solar, mas oferecendo vistas espectaculares desde o chão como dentro de uma “selva de betão”!

Com este bom tempo, que tal fazermos um cruzeiro?… entre nova-iorquinos e turistas com suas câmaras, entramos no lotado (lotado? mais que lotado!) Staten Island Ferry para contemplar a silhueta de Lower Manhattan e a “lady Liberty”… O que podemos dizer?! Que fim de dia perfeito (perfeito? muito mais que perfeito)!

Statuses

(travel diary) DAY 1: a night at the museum…

In EUA, Fotografia, Life, New York, NY, NYC, Photography, Portugal, Travel, Viajar on April 26, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , ,

Our “american experience” started even before entering the plane: when a bunch of police officers, literally, invaded the boarding gate, asking everyone to leave for, what they called, “security reasons”… Is this a normal procedure? Are we safe? Are we still in Lisbon?! Well… yes, yes and yes! Despite all the display it was simply to check our bags… again! So, let’s get to that plane, New York is waiting for us!

After 8 hours of flight – that seemed like a Saturday evening in our couch watching movies under the blanket – we get to Newark: line for checking, line for stamping, digital prints taken, baggage picking, transhipment to airtrain then train and… (ufff!) finally, we get our feet in New York soil!

Leaving Penn Station we are confronted with the frenzy that only NYC has: streets full of people crossing from side to side, taxi cabs (yellow cabs!) everywhere, bright neon signs… the excitement is such that we barely stop to think and see (really) where we are in… and look up and up (and a little more up!) and see ourselves surrounded by skyscrapers and… at the end of the street, the flaring Empire State Building! Yes, now, we believe we’re here!

Imbued by the energy of this city, we get to the hotel and, as soon as our bags touched the bedroom floor, we leave immediately with a cup of coffee in our hand – our “jet lag killer” during our stay – and headed to MoMA: today’s afternoon was free entry!

Although we kind of “hate” making non sense rankings, can’t take it anymore, we have to confess… we absolutely loved MoMA! We’re sorry Centre Pompidou…  Sorry Museo Reina Sofia… So sorry Tate Modern… but, for modern art, this is THE place: facing Pop Art icons like Andy Warhol and Roy Lichtenstein, staring at the aesthetical Alexander Calder’s mobile sculptures, our treasured Salvador DaliPicasso, Pollock, Rothko, Kandinsky, Frida Kahlo, Matisse and the truly unforgettable colour depth of Van Gogh’ Starry Night…  I wish I could come here EVERYDAY (sigh)…

…while we were hanging around the bohemian artists inside the MoMA, the night fell in the city covering everything with a sequined gloss that we follow leading our way through the streets, but… How could we go without steping on the 5th Avenue? How could we go without passing the Rockfeller Center? …the Radio City Music Hall? …the Broadway? …the heart of New York, the center of the world, the Times Square?

Here, we believe, that the city never sleeps (although we are a bit sleepy …could it be ‘jet lag’? …or could it be due to the fact that we are awake for 24 hours now?!), watching the world passing by around us and enjoying the flavour of that moment…
…maybe it’s time to return to the hotel… maybe not!… Is difficult to admit that you’re tired when you’re living a dream… but tomorrow it’s a brand new day and we’re going to seize it! So… C’mon, let’s take a rest!

P.S.: 4 A.M. in New York… eyes wide open… Jet lag has entered the building!…Oohh…

_____________________________________________

A nossa “experiência americana” começa ainda antes de entrar no avião: quando um grupo de polícias, literalmente, invadem a porta de embarque, pedindo a todos para sair por, o que chamaram de, “razões de segurança”… É este um procedimento normal? Estamos seguros? Ainda estamos em Lisboa? Bem… sim, sim e sim! Apesar de todo o alvoroço, a actuação era, simplesmente, para verificar as malas… de novo! Assim sendo, entremos nesse avião que Nova Iorque está à nossa espera!

Após 8 horas de voo – que parecia uma tarde de sábado no nosso sofá assistindo filmes debaixo do cobertor – chegamos a Newark: fila para verificação, fila para carimbo de passaporte, impressões digitais controladas, recolha de bagagem, transbordo para o Airtrain e para o comboio depois… (Ufff!) finalmente, temos os nossos pés no solo de Nova Iorque!

Saindo de Penn Station, somos confrontados com o frenesi que só NYC tem: ruas cheias de pessoas atravessando de um lado para outro, táxis (táxis amarelos!) em toda parte, brilhantes sinais de néon… a excitação é tal que mal paramos para pensar e ver (realmente) onde estamos… e olhar para cima, para cima e um pouco mais acima (!) e ver-nos cercados por arranha-céus e, no final da rua, o único Empire State Building! Sim, agora, acreditamos que estamos aqui!

Imbuídos pela energia da cidade, chegamos ao hotel e, mal a nossa bagagem toca o chão do quarto, partimos novamente de café na mão – a nossa arma contra o “jet lag” durante a estadia – e dirigimo-nos ao MoMA: hoje a tarde é entrada livre!

Embora deteste fazer rankings sem sentido, não aguento mais, temos que confessar… simplesmente amámos o MoMA! Desculpe excelentíssimo Centre Pompidou… Sinto muito Museo Reina Sofia… Desculpa Tate Modern… mas, para arte moderna, este é ‘O’ lugar: estar perante ícones da pop art, como Andy Warhol e Roy Lichtenstein, olhando para os estéticos mobiles de Alexander Calder, o nosso precioso Salvador Dali… Picasso, Pollock, Rothko, Kandinsky, Frida Kahlo, Matisse e o verdadeiramente inesquecível colorido de “Noite Estrelada” de Vincent Van Gogh… Como gostava de poder vir aqui TODOS os dias (suspiro)…

…enquanto estávamos com os artistas boémios do MoMA, a noite caiu na cidade cobrindo o nosso caminho com um brilho de lantejoulas que não duvidámos em seguir… assim, chegamos ao coração de NY, ao umbigo do mundo: a Times Square! Aqui, acreditamos, que a cidade nunca dorme (apesar de já nos sentirmos um pouco sonolentos …será ‘jet lag’? …será devido ao facto de estarmos acordados há 24 horas?) e ficamos imóveis, vendo o mundo girar à nossa volta e saborear o momento.



Talvez seja hora de voltar para o hotel… talvez não!…  É difícil admitir que estamos cansados quando estamos dentro de um sonho… mas amanhã é um novo dia e queremos aproveitá-lo! Então, vá, vamos lá descansar!

P.S.: 04:00 em Nova York… olhos abertos… o ‘jet lag’ oficialmente chegou! Oohh!…

Photos

…you know that awkward moment, when a song is, simply, stuck in your head?…

…well, this resumes perfectly the last days… where, in every move, we feel like humming “ta ta tarara, ta ta tarara”… and only because we dreamed so much about this day… so much about this trip… that, finally, we see ourselves in the airport, just one step away of the plane… one step away of America… one step away of a dream: New York… here we go, so, as Sinatra would say, start spreading the news: we’re leaving today… I want to be a part of it: NEW YORK, NEW YORK!…

…see you in the other side of the Atlantic!

_________________________________________________

…conhecem a estranha sensação quando uma música, simplesmente, não nos sai da cabeça?…

…bem, isto resume perfeitamente os últimos dias… onde, a cada movimento, trauteamos “ta ta tarara, ta ta tarara”… e tudo porque sonhámos tanto com este dia… sonhámos tanto com esta viagem… que, finalmente, vemo-nos no aeroporto, a um passo do avião… a um passo da América… a um passo de um sonho: Nova Iorque… aqui vamos nós, assim que, como diria Sinatra, start spreading the news: we’re leaving today… I want to be a part of it: NEW YORK, NEW YORK!…

…vemo-nos do outro lado do Atlântico!

(beetwen travel!) …start spreading the new!

Tagged: , , , , , , , on April 17, 2012 by "Our traveling without moving!..."

19 Comments

Photos

(travel diary) Istanbul …by night

Tagged: , , , , , , , on March 12, 2012 by "Our traveling without moving!..."

96 Comments