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(travel diary) DAY 1: Malta… welcome to the left side!

In Andalucia,Europe,Fotografia,Malta,Photography,Sevilla,Seville,Travel,Viajar on October 25, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , , , , , , , ,

Flying over the Mediterranean Sea could be the perfect beginning of our story… well… it could be… but, what are the most annoying behaviours to have in an airplane? What can REALLY ruin a flight?
…a bad sit? Not that much…
    …a baby crying? Well, it’s just a baby, it’s more than understandable…
        …turbulence? anxiety raises… but, what can be really terrible is a bad and noisy neighbour, trust me!

Imagine this middle aged woman, imbued by the flamenco’s flavour (we were boarding in Seville), excited by the time spent under the hot andalusian sun and yelling at her elderly father, asking him to “GET LOSTTTT!!”… and, in these moments, when you figure out something like this, you immediately remember Murphy’s Law… and… it never fails! …with so many empty sits… why us? WHY US? oh, please… can anyone open the door so the lady could refresh the ideas? Oh, we’re already flying?! Perfect: so, please, can you REALLY open the door and put the lady outside?!

…then, suddenly… a calm arrived: we were approaching Malta! As we were descending, we could appreciate how ocher spots, only glimpsed from the plane, were gaining shapes and contours…

…suddenly… we could observe “the white rock” in all its splendor, in a spectacular contrast with the turquoise of the Mediterranean waters, flying over palazzos and their magnificent gardens, guessing silhouettes of monuments and churches, small towns and villages, small fishing ports and monumental ravines and, finally, landed, as the doors open, a (literally!) warm reception.

…how a small island can be so big…



From now on… the rest we would say it would be easy… or not! Renting a car to discover an island with autonomy seems always a wise option… the problem is to be able “to deal” with the traffic lane direction: welcome to the left side, baby! Driving on the left side, theoretically, wouldn’t have no trouble… but, how do these brains (in vacation mode: ON) would lose the automatic skills acquired years ago?! Easy: you just… can not! The moment we low our guard and concentration decreases… yep, here we go through the wrong way!

(now, far from the situation, we find this hilarious… but, at the time, it was such a nightmare!)



Among unfamiliar roads and roundabouts (shamefully) circumvented, we reached the spectacular Valetta… but, wait… Weren’t we going to Sliema?

Ups… I guess I’m a terrible GPS! Reversing and now, more relaxed, heading in direction to Sliema!

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Sobrevoar o Mar Mediterrâneo podia ser o início perfeito da nossa história… pois, podia ser…
mas, quais são os comportamentos mais irritantes de se podem ter a bordo de um avião? O que pode chegar mesmo a arruinar um voo?


…um mau lugar? Nem tanto…


    …um bebé a chorar? Bem, é apenas um bebé, é perfeitamente compreensível…


        …turbulências…? sim, a ansiedade aumenta… mas, o que pode ser realmente terrível num voo é um mau vizinho, sim, acreditem!


Imaginem uma senhora de meia idade, imbuída pela alma flamenca (estávamos embarcando em Sevilha), animada pelo tempo gasto sob o quente sol andaluz e gritando com seu pai idoso, pedindo-lhe para “FICARRR LONGEEE”… e, claro, quando nos apercebemos de uma situação destas, lembramo-nos logo da Lei de Murphy… e nunca falha! … com tanto lugar livre…  porquê a nós? Oh, por favor… alguém pode abrir a porta para que a senhora refresque as ideias? Oh, já estamos no ar?! Então, perfeito! Alguém pode MESMO abrir a porta à senhora?!

…de súbito… chegou a calma: aproximamo-nos a Malta! Conforme descendemos, apreciamos como as manchas ocres apenas vislumbradas desde o avião, ganham formas e contornos.

…de súbito… observamos “a rocha” branca em todo o seu esplendor, num contraste espectacular com as águas turquesa do mediterrâneo, sobrevoando palazzos e seus ostentosos jardins, adivinhando silhuetas de monumentos e igrejas, pequenas cidades e vilas que ganham nome, pequenos portos de pescadores, monumentais ravinas e, finalmente em terra, ao abrir as portas, um caloroso (literalmente!) recebimento.

…como o pequeno pode ser tão grande…

Chegados aqui… o resto seria, digamos que, fácil… ou talvez não! Alugar um carro para descobrir uma ilha com maior autonomia parece sempre uma opção acertada… o problema é acertar, igualmente, com a faixa em que devemos conduzir: welcome to the left side, baby! Conduzir pelo lado esquerdo, teoricamente, não apresenta dificuldade… mas como fazer estes cérebros (em modo de férias: ON) perder o automatismo adquirido há anos?! Fácil: simplesmente não dá! No momento em que baixamos a guarda e a concentração diminui… lá vamos nós de volta para o lado errado! (agora, longe da situação, achamos hilariante… mas, no momento, foi um verdadeiro pesadelo!)

Entre estradas desconhecidas e rotundas (vergonhosamente) contornadas, chegamos à espectacular La Valleta… Espera… Não íamos para Sliema? Ups… Acho que sou um terrível GPS. Inversão de marcha e, agora sim, já mais descontraídos, direcção Sliema!

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(between travel!) When the travel REALLY begins?

In Europe,Fotografia,Italy,Itália,Life,Malta,Photography,Travel,Viajar on September 29, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , , , , , , , ,

…even being difficult to admit… The truth is that we’ve always envy (in a healthy way, please) of those people who are always traveling… Oh, such an idyllic life!… There are so many things to see… So many places to go… So much to discover… That we would do it everyday!

…but, actually, we DO travel every and each day! YES, we do!… And I love so much how it sounds that I will say it again: we travel every day!

We travel, not only in the strict sense of the word – intended to be understood as the simple act of moving from one place to another – but, in a wider perspective: the complete journey, the inspiration taken from a movie, a book, a conversation… We, constantly, move in time and space, creating images and dreaming about a new trip, the next adventure… And that is also traveling (although, without moving!).

Now, although we’re still in our blogging headquarters (AKA home sweet home!) we feel like the travel had already begun: reading about places and curiosities, searching photographs and documentaries, consulting maps and itineraries, booking flights and hotels, packing (mentally) our small bags… And, starting, the sweetest countdown to the airport…. Destination: the Mediterranean isles of Malta and Sicilia!

...welcome to the Mediterraneo

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…apesar de ser difícil de admitir, a verdade é que sempre temos inveja (de forma saudável, por favor) daquelas pessoas que estão sempre a viajar… Ah, que vida idílica!… Há tantas coisas para ver… Tantos lugares para ir… Tanta coisa por descobrir… Que, se pudéssemos, o faríamos todos os dias!

… mas, a verdade, é que, mesmo assim, viajamos em todo e cada dia! Sim, é mesmo!… E gosto tanto como soa que vou tomar a liberdade de dizê-lo novamente: viajamos TODOS os dias!

Viajamos, não apenas no sentido estrito da palavra – que entende-se como o simples acto de deslocação de um lugar para outro – mas, numa perspectiva muito mais ampla: toda a trajectória, desde que surge a inspiração através de um filme, um livro, uma conversa… Viajamos constantemente, no tempo e no espaço, criando imagens, sonhando com novos locais, próximas aventuras… E, isso, é também viajar.

Agora, embora ainda estejamos no nosso escritório principal (i.e. “lar doce lar!”), não conseguimos evitar o sentimento de já ter iniciado a viagem: o facto de ler sobre lugares e curiosidades, pesquisar fotografias e documentários, consultar mapas e itinerários, reserva voos e hotéis, fazer (mentalmente) as nossas pequenas malas de viajem… E, começar, uma entusiasta contagem decrescente para o aeroporto… Destino: as mediterrâneas ilhas de Malta e Sicília!

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(travel diary) Istanbul …by night

Tagged: , , , , , , , on March 12, 2012 by "Our traveling without moving!..."

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(travel diary) Istanbul DAY 1: our day in images

Tagged: , , , , , , on January 26, 2012 by "Our traveling without moving!..."

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The first night in Istanbul is special… we’ll always recall the strange but, at the same time, emotional moment of being suddenly awakened by the call for prayer, the muezzin: in that moment we stood in silence – speechless – the beauty is, by itself, fulfilling… While the Muslims headed to the closest mosque, we stood still… hearing the waves of sound coming from the window sailing through Istanbul skies… and taking conscious that we are so far away from home… and how much we enjoy that feeling!…

The day begins and, after our turkish breakfast, we start our walk down to the ‘haliç’ [turkish lesson nr.01: “haliç” = golden horn]. A soft haze over the river let us guess the curvy silhouettes of the mosques interrupted, in a backlight move, by dozens of fishing rods dancing at the rhythm of the seas. A hurried ‘vapur’ [turkish lesson nr.02: “vapur” = ferry boat] is arriving to Karaköy: after disembark its passengers on the dock, is our turn to get to the other side, to leave our beloved Europe behind and face other continent – Asia!

 In our intercontinental “cruise” – for only 2TL which is less than 1€ – as we enter the Bosphorus, we take conscious of the magnificent views… the city is a living postcard! In the European side, the old city boasts its beauty in the impressive Topkapi and its countless mosques excelling the ‘famous’ Sultanahmet and Hagia Sophia; the Galata Tower being noted among the natural movement of the hill and the impressive Bosphorus Bridge unifying the geographical barrier of the two continents in perfect harmony.

The first stop in the Asian side, is the mythic Haydarpaşa Station; after 20 exact minutes, everyone is getting out of the boat, climbing the wall even before the ferry is docked, reviving old memories of our childhood… with this in mind we reach Kadiköy, the antithesis of the touristic Istanbul, where we feel like two more people in the everyday life of the city, actually, this is the real city, where we can feel the traffic hustle, the traditional shopping routes and the professions already forgotten by time, like shoe polisher or street vending stalls, sided by a peculiar offer of services in the street that provides their livelihood: like a man standing in the street, waiting for costumers to weight on its balance or selling separate candy on a tray.

Strolling through its winding streets is fascinating, discovering “hidden” stores and lovely street markets where we can find almost everything: from spices to fresh fish and vegetables, to cozy butchers and typical grocery stores and, of course, a street full of perfect counterfeits of well-known brands.

 With the sound of the muezzin, we get back to the old continent. Although it’s winter, the weather is perfect to enjoy the sea breeze in the open deck and watch the Istanbulese feed the seagulls flying in the chase of our ‘vapur’.

Arrived in land, we take direction to the other side of the ‘Galata Bridge’ appreciating the performance of the many (but really… many, many) fishermen, posing like background extras in an Istanbul’s film: day and night, under copious raining or freezing cold, they are there… almost obsessively… everyday… the unstoppable movement of boats in the Bosphorus… Asia at a distance of a sight… isn’t Istanbul special?

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A primeira noite de Istambul é especial… vamos sempre lembrar o momento estranho, mas, ao mesmo tempo, cheio de emoção de sermos, repentinamente, acordados pela chamada para a oração, pelo muezzin: nesse momento ficámos em silêncio – sem palavras – a beleza é, só por si, única… Enquanto os muçulmanos seguem para a mesquita mais próxima, nó permanecemos imóveis… ouvindo as ondas de som que nos chegavam pela janela, navegando pelos céus de Istambul… e tomando consciência de que estamos tão longe de casa… e o quanto apreciamos esse sentimento!…

O dia começa e, após um pequeno-almoço turco, começamos nossa caminhada até o ‘haliç’ [lição de turco n.º01: “haliç” = corno de ouro]. Uma suave neblina sobre o rio deixa-nos adivinhar a silhueta curvilínea das mesquitas, interrompendo a visão, num movimento em contra-luz, dezenas de canas de pesca dançando ao ritmo das marés. Um apressado ‘vapur’ [lição de turco n.º02: “vapur” = barco (ferry)] aproxima-se a Karaköy: após atracar na estação, é a nossa vez para chegar ao outro lado, para deixar a nossa querida Europa para trás e conhecer outro continente – Ásia!

No nosso “cruzeiro” intercontinental – por apenas 2TL que é menos de 1€ – ao entrarmos no Bósforo, tomamos consciência da beleza das vistas… a cidade é um postal vivo! No lado europeu, a cidade velha ostenta a beleza no impressionante Topkapi e nas incontáveis mesquitas destacando as ‘famosas’ Sultanahmet e Hagia Sophia; do lado oposto, a Torre Galata, sobressaindo do movimento natural da colina e a ponte sobre o Bósforo, unificando em perfeita harmonia a barreira geográfica entre os dois continentes.

A primeira paragem no lado asiático, é a mítica Estação de Haydarpaşa; após 20 exactos minutos, todos os passageiros estão pulando para fora do barco, escalando a muralha, mesmo antes do barco atracar, reavivando velhas memórias da nossa infância… com isso em mente, chegamos a Kadiköy, a antítese da Istambul turística, onde nos sentimos, simplesmente, como mais duas pessoas no quotidiano da cidade, na verdade, esta é a cidade real, onde podemos sentir a azáfama do tráfego, as rotas do comércio tradicional e as profissões já esquecidas pelo tempo, como os engraxadores de sapatos ou as bancas de venda ambulante, ladeadas por uma peculiar oferta de serviços de rua que provêm o seu ganha-pão: como um homem parado na rua, à espera de clientes para pesar na sua balança ou o vendedor de rebuçados avulso numa bandeja.

Passear pelas suas ruas sinuosas é fascinante, descobrindo lojas “escondidas” e lindos mercados de rua onde podemos encontrar de quase tudo: desde especiarias a peixe e legumes, a carniceiros muito bem decorados e típicas mercearias e, claro, uma rua repleta de perfeitas falsificações de marcas bem conhecidas.

Com o som da muezzin, regressamos ao velho continente. Apesar de ser inverno, o clima é perfeito para desfrutar a brisa do mar no convés aberto e assistir a como os Istambuleses alimentam as gaivotas voando na perseguição do nosso ‘vapur’. Chegados em terra, tomamos rumo ao outro lado da Ponte Gálata, apreciando o movimento imparável de barcos no Bósforo… Ásia à distância de um simples olhar… o desempenho dos muitos (mas realmente… muitos, muitos) pescadores, surgindo como figurantes num filme sobre Istambul: dia e noite, apesar da chuva, apesar do frio, eles estão lá… quase que obsessivamente… todos os dias… não é Istambul especial?

(travel diary) DAY 1: Istanbul, one city… two continents!

Tagged: , , , , , , on January 20, 2012 by "Our traveling without moving!..."

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As the train stops in the station, our “chronometer”, immediately, starts the count down: we only have 12 hours to spend in Milano, so… HURRY, BABY!… After leaving our luggage at the station, we took a first look at the map: the Duomo is our first stop. On our way to the metro, in each passing step, we were making a picture of the city… and, I must confess that, at first sight, the feeling wasn’t good: there were too many people harassing, pickpockets trying its luck… but, luckily, this was the only negative point and, quickly, we fell in love with Milano

In the train, we heard some women talking that the rain would come, “il diluvio, il diluvio” they were saying and we thought: “Oh, these Italians are so passionate and exaggerated” but… guess what?! They’re not! And we would only find that out when leaving (finally!) the milanese “depths” and, in a row of stairs… WOW… the Duomo, magically, appears in front of our amazed eyes under a “biblical” rain!… But who could resist to getting closer to such a magnificent view?!

And now, imagine us, facing the Duomo, alone in the middle of the huge ‘piazza’, with this tiny umbrella, just wishing (and crossing fingers) to get some nice shots, while our feet were gradually soaking in this kind of “holy” water falling from the sky?! Unforgettable!

The surrounding arcades were embracing all tourists running away from the rain, leaving the Duomo alone… – a picture that we’ll always remember – while in the near Galleria Vittorio Emanuele II is rising a new line of business: street vending umbrellas, beating, undoubtedly, the selling of renowned brands spotted there.

The rain still increasing in the outside and we were forced to stay in for more than a while and experience some shopping (cof, cof) …and walk, walk, walk and walk: that’s the best option when you’re not into spending money! 

At the end of the Galleria we meet the famous Teatro la Scala, an unavoidable landmark in the milanese culture… but we do have to avoid the visit… to avoid being all wet! With this perspective, the best we can do is to have lunch… but, as the vox populi tell, after the rain… comes sun and, happily, this was what really happened! 

So, quickly, we made our way through Via Dante till the Castello Sforzesco: an impressive citadel that houses some of the city museums and art collections with an impressive gardened surrounding – the Parco Sempione – dedicated to european writers immortalized on the name of its streets looking at the beautiful and symbolic Arco della Pace.

Passing the Palazzo della Ragione – with a shy sun trying to pass trough the clouds – we are back again to the Piazza del Duomo… where now, contrasting to the picture taken earlier, is perfectly crowded with locals and tourists seizing the moment of facing one of the most impressive gothic buildings in Europe.

The streets are now full of life and the shops in an unstoppable rhythm… The Corso Vittorio Emanuelle II is our witness…and this is Milano! In a last call for consuming, we see ourselves involved between shopping bags (and, just between you and me, it feels so good!)… The SWEETEST goodbye to the capital of fashion!

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 Assim que o comboio pára na estação, o nosso “cronómetro” pessoal, imediatamente, começa a contagem decrescente: temos apenas 12 horas para passar em Milano, de modo que… TOCA A CORRER!… Depois de deixarmos a bagagem na estação, damos uma vista ao mapa: o Duomo é a nossa primeira paragem. No caminho para o metro, a cada passo, íamos tomando contacto com o sítio e fazendo uma imagem da cidade… e, devo confessar que, à primeira vista, o sentimento não foi muito bom: um assédio de carteiristas tentando a sua sorte que nos mantinha alerta a todo o momento… mas, felizmente, este foi o único ponto negativo e, rapidamente, apaixonamo-nos por Milano.

No comboio, algumas mulheres falavam que viria a chuva, “il diluvio, il diluvio” diziam e nós pensamos: “Oh, estes italianos são tão exagerados”, mas… conseguem adivinhar?! Não, não o são! E nós só o saberíamos ao sair (finalmente!) das “profundezas” de Milão quando, após uma linha de escadas… Uau… o Duomo, magicamente, surgiu em frente aos nossos olhos espantados sob uma chuva “bíblica”!… Mas quem poderia resistir a aproximar-se desta magnífica vista?!

E agora, imaginem-nos, apreciando o Duomo, sozinhos no meio da enorme ‘Piazza’, com um minúsculo guarda-chuva, apenas desejando (e cruzando os dedos) para conseguir algumas fotografias, enquanto os nossos pés estavam ficando gradualmente encharcados neste tipo de  água “benta” caindo do céu?! Inesquecível!

As arcadas circundantes abraçavam todos os turistas que fugiam da chuva, deixando o Duomo sozinho… – uma imagem que vamos recordar SEMPRE! – enquanto na Galleria Vittorio Emanuele II aparecia um novo ramo de negócio: a venda ambulante de guarda-chuvas, superando, sem qualquer dúvida, as vendas de marcas de renome presentes nesse espaço.

Enquanto a chuva continuava a aumentar no exterior, nós vimo-nos forçados a permanecer por mais tempo na Galleria e fazer algumas compras (cof, cof)… e andar, andar, andar e andar: que é a melhor opção quando não se está em maré de gastar dinheiro!

No final da Galleria encontramos o famoso Teatro la Scala, um marco inevitável na cultura milanesa… mas cuja visita vê-se limitada para evitarmos ficar completamente molhados! Com esta perspectiva, o melhor que podemos fazer é ir almoçar… mas, como reza a voz do povo, após a chuva… vem a bonança e, felizmente, foi o que realmente aconteceu!

Assim, rapidamente, percorremos a Via Dante até o Castello Sforzesco: uma cidadela impressionante que abriga alguns dos museus da cidade e colecções de arte com uma impressionante envolvente ajardinada – o Parco Sempione – dedicado a escritores europeus imortalizados no nome de suas ruas, com vistas para o belo e simbólico Arco della Pace.

Passando o Palazzo della Ragione – com um sol tímido tentando passar através das nuvens – estamos de volta novamente para a Piazza del Duomo… onde agora, contrastando a imagem tomada anteriormente, está perfeitamente lotado com os habitantes locais e turistas, desfrutando o momento de apreciar um dos mais impressionantes edifícios góticos na Europa.

As ruas estão agora cheias de vida e as lojas num ritmo imparável… O Corso Vittorio Emanuelle II é a nossa testemunha… e isso sim é Milano!

Numa última chamada para o consumismo, nós vemo-nos envolvidos entre sacos de compras (e, só aqui entre nós,  sabe tão bem!)… E assim foi a despedida PERFEITA à capital da moda!

(travel diary) DAY 5: Milano, us and… the ‘diluvio’!

Tagged: , , , , , , , , , on November 26, 2011 by "Our traveling without moving!..."

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