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(travel diary) DAY 6: Chinatown

In Asia,Chinatown,EUA,Italy,Itália,Life,New York,NY,NYC,Photography,Travel,Viajar on August 20, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , , , , , ,

When we take a closer look to New York‘s city map, we can observe how different cultures and ethnies are spread in it, like a living melting pot: from ‘latinos’ to Indus, from Koreans to Africans, every neighborhood has a different sound, dresses a different color and… offers a different taste! A sensorial travel that only here – and without bags and ‘check-ins’ – we could experience!

For this reason, we save our day to explore the unique Manhattan’s Chinatown and, its cosy neighbor, Little Italy.

Entering Kim Lau Square is like stepping into another country… We mean: in another continent! When crossing its memorial arch – in honor to those who paid with their lives the fight for freedom and democracy – it feels like leaving NYC behind: different spaces and rhythms, different faces… And, suddenly, the english language is put aside, leading the main role the mandarin chinese in street signs, in announcements, in bright advertising, in street shops and stalls… Even McDonalds had an “Asian look”.

Walking down Mott Str. is mandatory: the street vendors selling exotic fruits, unknown vegetables (at least for us!), the veg groceries and fishmongers, restaurants offering unreadable menus – we still couldn’t identify what we’ve eaten (but it was… yummy… delicious!) – the temples and religious centers, the shiny jewelry windowshops, the people…wow!

Without almost noticing, we get to the historic Little Italy, absorbed by the surrounding Chinatown, but keeping its identity up high in street names and its famous italian restaurants… humm… isn’t dinner time yet?

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Quando observamos atentamente o mapa da cidade de Nova York, podemos ver como as diferentes culturas e etnias estão espalhados nele: de ‘latinos’ a indianos, de coreanos a africanos, cada bairro tem um som diferente, ostenta uma diferente cor e… oferece diferente sabor! Uma viagem sensorial que só aqui – e sem fazer malas e ‘check-ins’ – poderíamos experimentar!

Por esta razão, guardamos o nosso dia para explorar a peculiar Chinatown de Manhattan e, a sua acolhedora vizinha, Little Italy.

Entrar na Praça Kim Lau é como entrar noutro país… Quer dizer: noutro continente! Ao cruzar o seu arco memorial – em homenagem aos que pagaram com suas vidas a luta pela liberdade e democracia – sente-se como deixando Nova York para trás: diferentes espaços, diferentes ritmos, rostos diferentes… e, de repente, o idioma Inglês é posto de lado, assumindo o papel principal o mandarim nas placas da rua, nos anúncios das paredes, nas brilhantes publicidades, nas lojas e bancas de rua… até mesmo  o McDonalds tinha uma “aparência asiática”.

Andar pela Mott Str. é um exercício obrigatório: os vendedores ambulantes, vendendo frutas exóticas e vegetais desconhecidos (pelo menos para nós!), as mercearias vegetarianas e as vistosas peixarias, restaurantes que oferecem menus ilegíveis – ainda não conseguimos decifrar o que comemos (mas foi… humm… delicioso!…) – os templos e centros religiosos, as brilhantes montras das joalharias, as pessoas… uau! 

Sem quase perceber, chegamos à histórica Little Italy, absorvida pela Chinatown circundante, mas mantendo a sua identidade bem alta ostentando-a nos nomes das ruas e nos famosos restaurantes italianos… humm… falta muito para a hora do jantar?

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(travel diary) Istanbul DAY 1: our day in images

Tagged: , , , , , , on January 26, 2012 by "Our traveling without moving!..."

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The first night in Istanbul is special… we’ll always recall the strange but, at the same time, emotional moment of being suddenly awakened by the call for prayer, the muezzin: in that moment we stood in silence – speechless – the beauty is, by itself, fulfilling… While the Muslims headed to the closest mosque, we stood still… hearing the waves of sound coming from the window sailing through Istanbul skies… and taking conscious that we are so far away from home… and how much we enjoy that feeling!…

The day begins and, after our turkish breakfast, we start our walk down to the ‘haliç’ [turkish lesson nr.01: “haliç” = golden horn]. A soft haze over the river let us guess the curvy silhouettes of the mosques interrupted, in a backlight move, by dozens of fishing rods dancing at the rhythm of the seas. A hurried ‘vapur’ [turkish lesson nr.02: “vapur” = ferry boat] is arriving to Karaköy: after disembark its passengers on the dock, is our turn to get to the other side, to leave our beloved Europe behind and face other continent – Asia!

 In our intercontinental “cruise” – for only 2TL which is less than 1€ – as we enter the Bosphorus, we take conscious of the magnificent views… the city is a living postcard! In the European side, the old city boasts its beauty in the impressive Topkapi and its countless mosques excelling the ‘famous’ Sultanahmet and Hagia Sophia; the Galata Tower being noted among the natural movement of the hill and the impressive Bosphorus Bridge unifying the geographical barrier of the two continents in perfect harmony.

The first stop in the Asian side, is the mythic Haydarpaşa Station; after 20 exact minutes, everyone is getting out of the boat, climbing the wall even before the ferry is docked, reviving old memories of our childhood… with this in mind we reach Kadiköy, the antithesis of the touristic Istanbul, where we feel like two more people in the everyday life of the city, actually, this is the real city, where we can feel the traffic hustle, the traditional shopping routes and the professions already forgotten by time, like shoe polisher or street vending stalls, sided by a peculiar offer of services in the street that provides their livelihood: like a man standing in the street, waiting for costumers to weight on its balance or selling separate candy on a tray.

Strolling through its winding streets is fascinating, discovering “hidden” stores and lovely street markets where we can find almost everything: from spices to fresh fish and vegetables, to cozy butchers and typical grocery stores and, of course, a street full of perfect counterfeits of well-known brands.

 With the sound of the muezzin, we get back to the old continent. Although it’s winter, the weather is perfect to enjoy the sea breeze in the open deck and watch the Istanbulese feed the seagulls flying in the chase of our ‘vapur’.

Arrived in land, we take direction to the other side of the ‘Galata Bridge’ appreciating the performance of the many (but really… many, many) fishermen, posing like background extras in an Istanbul’s film: day and night, under copious raining or freezing cold, they are there… almost obsessively… everyday… the unstoppable movement of boats in the Bosphorus… Asia at a distance of a sight… isn’t Istanbul special?

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A primeira noite de Istambul é especial… vamos sempre lembrar o momento estranho, mas, ao mesmo tempo, cheio de emoção de sermos, repentinamente, acordados pela chamada para a oração, pelo muezzin: nesse momento ficámos em silêncio – sem palavras – a beleza é, só por si, única… Enquanto os muçulmanos seguem para a mesquita mais próxima, nó permanecemos imóveis… ouvindo as ondas de som que nos chegavam pela janela, navegando pelos céus de Istambul… e tomando consciência de que estamos tão longe de casa… e o quanto apreciamos esse sentimento!…

O dia começa e, após um pequeno-almoço turco, começamos nossa caminhada até o ‘haliç’ [lição de turco n.º01: “haliç” = corno de ouro]. Uma suave neblina sobre o rio deixa-nos adivinhar a silhueta curvilínea das mesquitas, interrompendo a visão, num movimento em contra-luz, dezenas de canas de pesca dançando ao ritmo das marés. Um apressado ‘vapur’ [lição de turco n.º02: “vapur” = barco (ferry)] aproxima-se a Karaköy: após atracar na estação, é a nossa vez para chegar ao outro lado, para deixar a nossa querida Europa para trás e conhecer outro continente – Ásia!

No nosso “cruzeiro” intercontinental – por apenas 2TL que é menos de 1€ – ao entrarmos no Bósforo, tomamos consciência da beleza das vistas… a cidade é um postal vivo! No lado europeu, a cidade velha ostenta a beleza no impressionante Topkapi e nas incontáveis mesquitas destacando as ‘famosas’ Sultanahmet e Hagia Sophia; do lado oposto, a Torre Galata, sobressaindo do movimento natural da colina e a ponte sobre o Bósforo, unificando em perfeita harmonia a barreira geográfica entre os dois continentes.

A primeira paragem no lado asiático, é a mítica Estação de Haydarpaşa; após 20 exactos minutos, todos os passageiros estão pulando para fora do barco, escalando a muralha, mesmo antes do barco atracar, reavivando velhas memórias da nossa infância… com isso em mente, chegamos a Kadiköy, a antítese da Istambul turística, onde nos sentimos, simplesmente, como mais duas pessoas no quotidiano da cidade, na verdade, esta é a cidade real, onde podemos sentir a azáfama do tráfego, as rotas do comércio tradicional e as profissões já esquecidas pelo tempo, como os engraxadores de sapatos ou as bancas de venda ambulante, ladeadas por uma peculiar oferta de serviços de rua que provêm o seu ganha-pão: como um homem parado na rua, à espera de clientes para pesar na sua balança ou o vendedor de rebuçados avulso numa bandeja.

Passear pelas suas ruas sinuosas é fascinante, descobrindo lojas “escondidas” e lindos mercados de rua onde podemos encontrar de quase tudo: desde especiarias a peixe e legumes, a carniceiros muito bem decorados e típicas mercearias e, claro, uma rua repleta de perfeitas falsificações de marcas bem conhecidas.

Com o som da muezzin, regressamos ao velho continente. Apesar de ser inverno, o clima é perfeito para desfrutar a brisa do mar no convés aberto e assistir a como os Istambuleses alimentam as gaivotas voando na perseguição do nosso ‘vapur’. Chegados em terra, tomamos rumo ao outro lado da Ponte Gálata, apreciando o movimento imparável de barcos no Bósforo… Ásia à distância de um simples olhar… o desempenho dos muitos (mas realmente… muitos, muitos) pescadores, surgindo como figurantes num filme sobre Istambul: dia e noite, apesar da chuva, apesar do frio, eles estão lá… quase que obsessivamente… todos os dias… não é Istambul especial?

(travel diary) DAY 1: Istanbul, one city… two continents!

Tagged: , , , , , , on January 20, 2012 by "Our traveling without moving!..."

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