Posts Tagged ‘Nueva York’

Statuses

(travel diary) New York… by night!

In EUA,Fotografia,Life,Music,New York,NY,NYC,Photography,Travel,Viajar on September 2, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , ,

…the city that never sleeps…

                                                    …the city of blinding lights…

                                                                                                           …or, simply, NEW YORK!

Statuses

(travel diary) DAY 6: Chinatown

In Asia,Chinatown,EUA,Italy,Itália,Life,New York,NY,NYC,Photography,Travel,Viajar on August 20, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , , , , , ,

When we take a closer look to New York‘s city map, we can observe how different cultures and ethnies are spread in it, like a living melting pot: from ‘latinos’ to Indus, from Koreans to Africans, every neighborhood has a different sound, dresses a different color and… offers a different taste! A sensorial travel that only here – and without bags and ‘check-ins’ – we could experience!

For this reason, we save our day to explore the unique Manhattan’s Chinatown and, its cosy neighbor, Little Italy.

Entering Kim Lau Square is like stepping into another country… We mean: in another continent! When crossing its memorial arch – in honor to those who paid with their lives the fight for freedom and democracy – it feels like leaving NYC behind: different spaces and rhythms, different faces… And, suddenly, the english language is put aside, leading the main role the mandarin chinese in street signs, in announcements, in bright advertising, in street shops and stalls… Even McDonalds had an “Asian look”.

Walking down Mott Str. is mandatory: the street vendors selling exotic fruits, unknown vegetables (at least for us!), the veg groceries and fishmongers, restaurants offering unreadable menus – we still couldn’t identify what we’ve eaten (but it was… yummy… delicious!) – the temples and religious centers, the shiny jewelry windowshops, the people…wow!

Without almost noticing, we get to the historic Little Italy, absorbed by the surrounding Chinatown, but keeping its identity up high in street names and its famous italian restaurants… humm… isn’t dinner time yet?

________________________________________________

Quando observamos atentamente o mapa da cidade de Nova York, podemos ver como as diferentes culturas e etnias estão espalhados nele: de ‘latinos’ a indianos, de coreanos a africanos, cada bairro tem um som diferente, ostenta uma diferente cor e… oferece diferente sabor! Uma viagem sensorial que só aqui – e sem fazer malas e ‘check-ins’ – poderíamos experimentar!

Por esta razão, guardamos o nosso dia para explorar a peculiar Chinatown de Manhattan e, a sua acolhedora vizinha, Little Italy.

Entrar na Praça Kim Lau é como entrar noutro país… Quer dizer: noutro continente! Ao cruzar o seu arco memorial – em homenagem aos que pagaram com suas vidas a luta pela liberdade e democracia – sente-se como deixando Nova York para trás: diferentes espaços, diferentes ritmos, rostos diferentes… e, de repente, o idioma Inglês é posto de lado, assumindo o papel principal o mandarim nas placas da rua, nos anúncios das paredes, nas brilhantes publicidades, nas lojas e bancas de rua… até mesmo  o McDonalds tinha uma “aparência asiática”.

Andar pela Mott Str. é um exercício obrigatório: os vendedores ambulantes, vendendo frutas exóticas e vegetais desconhecidos (pelo menos para nós!), as mercearias vegetarianas e as vistosas peixarias, restaurantes que oferecem menus ilegíveis – ainda não conseguimos decifrar o que comemos (mas foi… humm… delicioso!…) – os templos e centros religiosos, as brilhantes montras das joalharias, as pessoas… uau! 

Sem quase perceber, chegamos à histórica Little Italy, absorvida pela Chinatown circundante, mas mantendo a sua identidade bem alta ostentando-a nos nomes das ruas e nos famosos restaurantes italianos… humm… falta muito para a hora do jantar?

Statuses

(travel diary) DAY 4: the Empire State of…

In EUA,Life,New York,NY,NYC,Travel,Viajar on July 17, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , ,

Walking down the 5th Avenue turned out to be our daily exercise: it doesn’t matter where we start but, one thing we keep for sure, it ends in the 5th Avenue!

This day couldn’t be different – the Empire State Building was waiting for our visit… and we were DREAMING about it…

…opposite to what we thought, as we get closer to this mythical skyscraper, we lose the sense of its shape and magnificence but, nothing like getting inside, to understand where we’re going to be; as the sliding door opens, our attention is stolen by the oppulence of the art deco reception lobby and its multiplied details: marble walls, golden accessories and… a crowded house (or do you thought that no one else would like to see this)!

Once inside (and already waiting in the line) the story beneath the – once again – tallest building in New York starts to be told.

Passing the security control, an “improvised” photo booth and a countless number of souvenir stalls – oh, yes! – we (finally) get to the elevator and, just like King Kong (OMG!), we start our “climbing” to the top: first, the counter registers every level, one by one, then, it starts to show every 10 levels and… then… we just loose count and start feeling our ears accusing the changing pressure… a loud “ding!” tells us that we’ve arrived to the 86th floor!

Speechless, we, literally, run to admire the views, identifying the city that evolves and embraces us in a constant movement… and, let me tell you, everything seems so different… when you’re sitting in the top of the world!

_______________________________________________

Percorrer a 5th Avenue tornou-se no nosso exercício diário: não importa onde começamos, mas, uma coisa sabemos com certeza, terminamos sempre na 5th Avenue!

Neste dia não poderia ser diferente, o Empire State Building esperava pela nossa visita… e nós já sonhávamos com ele há muito tempo… 

…e, ao contrário do que pensámos, com o  aproximar deste mítico arranha-céus, perdemos o sentido da sua forma e magnitude, mas, nada como entrar, para compreender onde nós estamos.
À medida que as portas abrem, revelam gradualmente o lobby, sendo a nossa atenção roubada pela opulência da recepção art deco e os seus múltiplos detalhes: paredes esculpidas em mármore, acessórios em ouro e… uma sala completamente lotada (ou achavam que seriamos os únicos em querer ver isto?!)! 

Uma vez dentro (e já esperando na fila) a história sob o edifício (novamente) mais alto de Nova York começa a ser contada.

Passando o controle de segurança, uma “improvisada” sessão fotográfica e um número incontável de stands de souvenirs – ah, pois! – nós (finalmente) chegámos ao elevador e, como o King Kong (!!!) começamos a nossa “escalada” para o topo: em primeiro lugar, o mostrador regista todos os níveis, um a um, depois, começa a mostrar a cada 10 andares e… então… simplesmente, perdemos a conta da altura a que estamos e começamos apenas a sentir os ouvidos acusar a notória mudança de pressão… nesse momento, um sonoro “ding!” avisa-nos que já chegamos ao andar 86!

Sem palavras, nós, literalmente, corremos para admirar as vistas, identificando a cidade que nos rodeia e abraça num movimento constante… e, deixem-nos dizer, tudo parece tão diferente… quando estamos sentados no topo do mundo!

Statuses

(travel diary) DAY 3: …from Brooklyn (with love)

In EUA,Fotografia,Life,New York,NY,NYC,Photography,Travel,Viajar on July 8, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , ,

 

 

 

 

 

Statuses

(travel diary) DAY 3: …the B(rooklyn) SIDE!

In EUA,Fotografia,Life,New York,NY,NYC,Photography,Travel,Viajar on July 1, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , , ,

(…when you love something so much…isn’t it hard to find the exact words to express the feeling?… Well, this is happening to us about New York!… Is like needing a brand new dictionary – full of superlative adjectives – to describe every step!…)

With no doubt, the Brooklyn Bridge is one of the first things that comes to mind when thinking about New York; this particular bridge, one of the oldest of its tipe in the U.S., it’s not simply a vehicule to unite Brooklyn to Manhattan, is a symbol, a landmark, an icon of the entire city…

And, it is true, this bridge has something special: its architecture, its vivacity, its spectacular views over the East River and downtown Manhattan’s skyline turns every step taken towards the other shore in a trully pleasant experience… having said that… are you staying or are you joining us for a ride?!

Once in the B side, we made our way to Brooklyn Heigths, wandering through the streets where literary legends lived: Henry Miller (in Remsen Street), Thomas Wolfe (at Montague Terrace) or Truman Capote (in Willow Street)…with views like that…who wouldn’t be inspired to write?!

…and there’s no better time than spring to enjoy Brooklyn Heights – its promenade along the river, offers the best views over Manhattan and, as the sun went down, what it seemed to be the perfect landscape, turned into perfect MAGIC: one by one, the lights assumed the leading role, connecting, dot by dot, the chain that links Brooklyn to the island…that was THEATRICAL!

__________________________________

(…quando algo se ama tanto…não se torna difícil encontrar as palavras certas para expressar o sentimento no seu todo?… Bem, esta sensação é o que nos está a ocorrer com Nova Iorque!… É como se necessitássemos de um novo dicionário – repleto de adjectivos superlativos – para descrever cada passo!…)

Sem qualquer dúvida, a Ponte de Brooklyn é uma das primeiras coisas que nos invadem a mente quando pensamos em Nova Iorque; esta peculiar ponte, uma das mais antigas d seu género nos EUA, não é somente um veiculo que une Brooklyn a Manhattan, é um símbolo, uma marca, um ícone de toda a cidade… E, é verdade, esta ponte tem algo de especial: a sua arquitectura, a sua ímpar vivacidade, as suas vistas espectaculares sob o East River e o skyline do Downtown de Manhattan torna cada passo em direcção à outra margem numa prazenteira experiência… e, tendo isto dito, vão querer ficar ou vão vir connosco para um passeio?!

Uma vez no ‘lado B’, caminhamos até Brooklyn Heights, vagueando pelas ruas onde viviam lendas literárias: Henry Miller (na Remsen Street), Thomas Wolfe (em Montague Terrace) ou Truman Capote (na Willow Street) …mas, com vistas como estas… quem não se sente inspirado para escrever?!

Não há melhor época que a Primavera para desfrutar de Brooklyn Heights – o seu passeio ao longo do rio oferece as melhores vistas sobre Manhattan e, ao pôr do sol, o que parecia o perfeito horizonte, tornou-se em perfeita MAGIA: uma a uma, as luzes assumiram o papel principal, unindo, ponto por ponto, a cadeia que liga Brooklyn à ilha de Manhattan… e isso foi TEATRAL!

Statuses

(travel diary) DAY 2: …DOWNTOWN in images

In EUA,Fotografia,Life,New York,NY,NYC,Photography,Travel,Viajar on May 28, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , , ,

Statuses

(travel diary) DAY 2: …you can always go DOWNTOWN

In EUA,Europe,Fotografia,Life,New York,NY,NYC,Photography,Travel,Viajar on May 15, 2012 by "Our traveling without moving!..." Tagged: , , , , , , , , , , , , , ,

After a good night of sleep – cof, cof! Yes, right– we can barely wait to get on the street! So, let’s go: grab a map, study the best route and get ready to our NY subway baptism – today, our target, is Downtown.

 On our way there it was impossible to avoid feeling like starring a musical: we couldn’t stop remembering (and, actually, sing) songs about Downtown; we did our best interpretating our particular version of Petula Clark’s When you’re alone and life is making you lonely, you can always go: downtown

…did you notice the amount of songs mentioning Downtown?! Well, we do! We were like a walking Karaoke!…

 After our cover of Billy Joel’s “Uptown Girl”, we get to the place: the ground zero, the heart of financial district and, in some way, New York’s heart, the 9/11 Memorial… we’ll never forget the day that the world – as we used to know – changed… As we got there for the first visit, the sun was still shy trying to appear among the skyscrapers and, standing there, surrounded by life and see how this place raises again paying tribute to the anonymous heroes – the emotion takes us in a silent reflection about our vulnerability and how, from the worst nightmare, the human being can stay united and be so resilient – wordless…

Despite the buzz that the entire city transmits, in the adjacent area to the former World Trade Center still feels a sense of respect and homage… remembering what once happen.

Surrounded by enormous skyscrapers, discreetly, Trinity Church, a gothic jewel, appears and, in that moment, we are transported back to our old continent, engaged to its melodious bells and the surrounding calm transmitted by its graveyard… entering in Wall Street the architecture change: the Gilded Age influence of the tallest buildings in small streets, makes (almost!) impossible to admire the sunlight but offering spectacular views from the ground… like inside a “concrete jungle”!

With such a good weather, what about a little cruise?… Joining New Yorkers and tourists with its cameras, we used the crowded (crowded? far beyond crowded!) Staten Island Ferry to admire Lower Manhattan skyline and “lady Liberty” …the views? What can we say?! Perfect (perfect? far beyond perfect)!

_____________________________________________

Após uma boa noite de sono – cof, cof! Sim, pois… – mal podemos esperar para sairmos à descoberta! Então, vamos:  vemos um mapa, estudamos a melhor rota e preparamo-nos para o nosso “baptismo” de metro em NY – hoje, nosso destino, é Downtown.
No caminho até lá era impossível evitar o sentimento de estar a protagonizar um musical: não conseguíamos tirar das nossas mentes (e de, realmente, cantar) músicas sobre Downtown; posso garantir que demos o nosso melhor interpretando a nossa versão particular de “When you’re alone and life is making you lonely, you can always go: downtown” de Petula Clark.

…já repararam na imensa quantidade de músicas sobre Downtown?!… éramos como um Karaoke andante pelas ruas de NY! …
Após a nossa versão final de “Uptown Girl” de Billy Joel, chegamos ao lugar: o ponto zero, o coração do distrito financeiro e, de alguma forma, o coração de Nova York, o 9/11 Memorial  (nunca iremos esquecer o dia que o mundo – tal como o conhecíamos – mudou)…
Como chegamos lá a postos para a primeira visita, o sol, ainda tímido, tentava aparecer entre os arranha-céus e, estar lá, rodeados de vida, observando como este lugar levanta novamente num tributo aos seus heróis anónimos, somos levados pela emoção, numa reflexão silenciosa sobre a nossa vulnerabilidade e como, perante o pior pesadelo, o ser humano consegue resistir e unir-se – sem palavras…
Apesar da energia que toda a cidade transmite, na área adjacente ao antigo World Trade Center ainda é sentido um respeito e constante homenagem lembrando o que uma vez aconteceu.
Cercada por enormes arranha-céus, discretamente surge, Trinity Church, uma jóia gótica, transportando-nos de volta para o nosso velho continente, envolvidos no dobrar de seus sinos melodiosos e da calma circundante transmitidos pelo seu cemitério……entrando em Wall Street, a mudança de arquitectura é evidente: a influência da Era Dourada nos edifícios mais altos aconchegados em ruas estreitas, torna (quase!) impossível admirar a luz solar, mas oferecendo vistas espectaculares desde o chão como dentro de uma “selva de betão”!

Com este bom tempo, que tal fazermos um cruzeiro?… entre nova-iorquinos e turistas com suas câmaras, entramos no lotado (lotado? mais que lotado!) Staten Island Ferry para contemplar a silhueta de Lower Manhattan e a “lady Liberty”… O que podemos dizer?! Que fim de dia perfeito (perfeito? muito mais que perfeito)!